Tristessa, de Marco Antonio Pajola, não é um texto aberto a classificações. E se o chamamos de texto, é para que se possa partir de algum lugar para conhecê-lo e, quem sabe, apreendê-lo em algumas de suas rotas, porque Tristessa é, na verdade, uma viagem. Nessa obra, publicada na web em 1995, a história que se conta é o menos importante. O que há de rico é a sua forma de organizar-se, as múltiplas linguagens com que o autor trabalha e sua vasta intertextualidade, que já começa pelo nome da obra, que se conecta à hiperficção homônima de Jack Kerouac, de 1960.
🔸 Stockhausen:
🔸 Bryan Ferry, Bête Noire:
🔸 George Winston, Colours:
🔸 Dire Straits, Follow me home:
🔸 James Taylor:
🔸 David Knopfler:
🔸 Dire Straits, Communiqué:
🔸 Joe Cocker, With a little help from my friends: