quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

TRISTESSA: UM EXERCÍCIO DE EMBRIAGUEZ

     Tristessa, de Marco Antonio Pajola, não é um texto aberto a classificações. E se o chamamos de texto, é para que se possa partir de algum lugar para conhecê-lo e, quem sabe, apreendê-lo em algumas de suas rotas, porque Tristessa é, na verdade, uma viagem. Nessa obra, publicada na web em 1995, a história que se conta é o menos importante. O que há de rico é a sua forma de organizar-se, as múltiplas linguagens com que o autor trabalha e sua vasta intertextualidade, que já começa pelo nome da obra, que se conecta à hiperficção homônima de Jack Kerouac, de 1960.

     🔸 Stockhausen: 

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     🔸 Bryan Ferry, Bête Noire: 

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     🔸 George Winston, Colours: 

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    🔸 Dire Straits, Follow me home: 

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    🔸 James Taylor: 

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    🔸 David Knopfler: 

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    🔸 Dire Straits, Communiqué: 

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    🔸 Joe CockerWith a little help from my friends: 

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8 comentários:

  1. Oi, Telma! Acho que a gente teve uma percepção parecida de Tristessa, mas eu fui mais cartesiano em minha análise (shame on me! haha). Parabéns pelo texto ^^

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  2. Oi Telma! Olhar criativo sobre Tristessa. Parabéns!!

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  3. Olá Telma! Parabéns pelo texto! Excelente constatação. Grande visão, pois as tecnologias digitais nos permitem inserir som. Assim, essa inserção seria a cereja no de bolo. No entanto, a sua falta não tira o mérito, pois Tristessa é na verdade uma super obra do género hiperficção. Por essa e outras obras impactantes, vale sempre a pena ler. Prova inequívoca de que a literatura é poderosa e transformadora. Transforma visando sempre um mundo melhor embasado em valores universais.

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