Tristessa, de Marco Antonio Pajola, não é um texto aberto a classificações. E se o chamamos de texto, é para que se possa partir de algum lugar para conhecê-lo e, quem sabe, apreendê-lo em algumas de suas rotas, porque Tristessa é, na verdade, uma viagem. Nessa obra, publicada na web em 1995, a história que se conta é o menos importante. O que há de rico é a sua forma de organizar-se, as múltiplas linguagens com que o autor trabalha e sua vasta intertextualidade, que já começa pelo nome da obra, que se conecta à hiperficção homônima de Jack Kerouac, de 1960.
🔸 Stockhausen:
🔸 Bryan Ferry, Bête Noire:
🔸 George Winston, Colours:
🔸 Dire Straits, Follow me home:
🔸 James Taylor:
🔸 David Knopfler:
🔸 Dire Straits, Communiqué:
🔸 Joe Cocker, With a little help from my friends:
Oi, Telma! Acho que a gente teve uma percepção parecida de Tristessa, mas eu fui mais cartesiano em minha análise (shame on me! haha). Parabéns pelo texto ^^
ResponderExcluirObrigada João. Feliz por você ter curtido.
ExcluirOi Telma! Olhar criativo sobre Tristessa. Parabéns!!
ResponderExcluirObrigada Simone!
ExcluirOlá Telma! Parabéns pelo texto! Excelente constatação. Grande visão, pois as tecnologias digitais nos permitem inserir som. Assim, essa inserção seria a cereja no de bolo. No entanto, a sua falta não tira o mérito, pois Tristessa é na verdade uma super obra do género hiperficção. Por essa e outras obras impactantes, vale sempre a pena ler. Prova inequívoca de que a literatura é poderosa e transformadora. Transforma visando sempre um mundo melhor embasado em valores universais.
ResponderExcluirObrigada José Castigo! Um abraço!
ExcluirLindo como sempre!
ResponderExcluirObrigada Ze!
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